quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Amor adulto...Felicidade.


Nada melhor que o amor maduro.
Durante toda a vida,o ser humano vive uma constante busca,a felicidade.
Tenta de todas as formas encontrá-la;busca incansavelmente o momento em que dirá:
EU SOU FELIZ!
E nada...
Ledo engano...ele nunca encontrará esse momento como um fim.
É como o amor...busca-se...busca-se...busca-se...
numa incansável odisséia,e sem que nos apercebamos,
sem que seja com a pessoa "certa"(porque isso é o que menos importa para o amor),ele entra e invade toda a nossa vida.
Apodera-se de todo o ser...faz-nos ver o mundo com os olhos de adolescente,vive-se momentos infantis.
Ah...o amor adulto é um momento de muita felicidade,onde se é capaz de olhar e ver todos os poréns e ainda continuar amando.
A gente ri,se entrega,vibra,e até faz biquinho,mas não passa mais do que alguns poucos minutos fazendo charminho.
Parece até que ficamos ainda mais manhosas,cheias de dengos.
Todas as etapas da vida,devem e tem que ser vividas intensamente,mas nada melhor que a idade adulta,principalmente quando se encontra um amor verdadeiro,e junto com ele, a gente aprende a ver o maior de todos os amores,o amor ao Pai.

Jacy...às 22h...16/10/2008~

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Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...)
Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca.
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"Senhor...impossível conhecê-lo e não amá-lo.
Amá-lo e não segui-lo."

domingo, 5 de outubro de 2008

Amigo!

O que nos diferencia dos animais,não é a capacidade de raciocinar,

mas a incapacidade de sermos fiéis,até aos nossos amigos.

Por que não podemos ser igual aos animais?

Pense nisso durante a semana...

Durante o mês...

Durante um ano...

Mas não passe a vida pensando...prefira agir.

sábado, 4 de outubro de 2008

A disciplina do amor

Foi na França, durante a segunda grande guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta a casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o lhar ansioso naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso á pata, voltava ao seu posto de espera. O jovem morreu num bombardeio mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Todos os dias. Com o passar dos anos ( a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.
Lygia Fagundes Telles